• Paciente M.F.

    Tenho 22 anos e fui diagnosticada com fibromialgia com 17 anos.

    Desde os 14 anos, procurava ortopedistas com reclamações sobre dores nas pernas e nos braços e sob os constantes diagnósticos de tendinite, fazia fisioterapia e imobilizações, tomava anti-inflamatórios e relaxantes musculares, e nunca traziam resultado.

    Com 17 anos, os episódios estavam mais frequentes e procurei um reumatologista que me diagnosticou com fibromialgia após exames de sangue para verificar se não se tratava de nenhuma outra irregularidade. Procurei muitos reumatologistas, pois muitos não falavam da doença de acordo com o que eu lia a respeito ou não entendiam o sofrimento que só aumentava a cada dia e tratavam a doença com banalidade. Comecei o tratamento com amitripilina, depois passei para o Lyrica. A essa altura, as dores eram diárias, nas pernas, braços, costas, pescoço e qualquer esforço a mais causava dor, provocava inchaço e impedia o movimento.

    Há pouco mais de um ano sofri uma crise de síndrome do pânico e depressão e comecei a associar com o Lyrica, o Lexapro. Em momentos de crise tomava também o Frontal, quando este não resolvia, tomava também o Rivotril. Estava levando os dias, às vezes bem, às vezes mal até que no final do ano passado começou a pior crise que já havia tido: qualquer movimento trazia dor; ao sentar me doíam as costas, ao levantar me doíam as pernas, ao escrever ou mesmo carregar uma bolsa me doíam os braços e assim por diante. Ao procurar minha reumatologista comecei o tratamento com o Cymbalta, como a cada semana a dor só aumentava, comecei a associar Lyrica e Cymbalta, sem esquecer o Lexapro e o Frontal. Após quase dois meses aumentando as doses sem encontrar qualquer resultado, procurei clínicas da dor, o tratamento oferecido era o mesmo, então quase desistindo, encontrei o Dr. André.

    Eu nunca havia ouvido falar em equilibrar o campo eletromagnético do corpo, mas eu não tinha mais nada em que acreditar, era minha única chance. E o resultado foi impressionante: no mesmo dia, após o Dr. André colocar o meu corpo no eixo, as dores diminuíram 80%. Em poucas semanas, com a eletroterapia, a dor era quase nula. Meus músculos ainda não estavam prontos pra grandes esforços, então quando me esforçava sentia dor e muito cansaço, mas com a natação isso tem ficado cada dia melhor. Com a retirada dos remédios controlados e a substituição pela homeopatia, não sinto os efeitos colaterais insatisfatórios, consigo dormir muito bem e minha ansiedade está controlada. Devido à intoxicação que meu corpo apresentava, tomei medicamentos para desintoxicação por um mês, quando surgiram reações alérgicas a vários alimentos, principalmente os derivados do leite. Quando eu tomava em muita quantidade, sentia cólicas e desconforto.

    Nesse mês tudo tinha que ser regrado, caso contrário eu passaria mal. Estou fazendo a desintoxicação pela segunda vez e agora tenho sentido muito menos, tive apenas uma reação alérgica no início e nenhuma dor ou desconforto. Estou em um período de ajustes e qualquer mudança traz uma reação ao meu corpo, mas hoje eu tenho uma qualidade de vida que eu pensava que não era possível. Não preciso controlar e me preocupar com cada movimento que eu faço, cada lugar que eu vou ou tomar medicamentos constantemente para conseguir estar menos pior.